sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Orientação e Acompanhamento a Pacientes e Idosos em São Paulo SP

Orientador de Idosos em SP

Como orientar idosos? Com toda certeza esta não é uma pergunta fácil de se responder

 Para dar início a esta questão, é necessário saber quem são as pessoas que irão precisar de um cuidador. O conceito nesse sentido é basicamente voltado para a palavra dependência.

Seja mental ou física, se por ventura um indivíduo tiver algum grau de dependência,

que leve a necessidade de outra pessoa auxiliá-lo, ele precisará de um Cuidador ou Orientador de idosos.

É bastante normal a comparação de um indivíduo que começa a perder suas capacidades intelectuais, com a de uma criança. Não é certo fazer a alegação de que um idoso volta a se comportar como uma. No momento em que vemos recém-nascidos num berçário, podemos perceber que eles são muito parecidos. Com o passar do tempo, as pessoas vão se diferenciando cada vez mais e com os idosos não é nada diferente, eles são um grande exemplo de individualidade.

Tomemos o exemplo de pessoas que sofre do Alzheimer, vamos supor que ela gostava de futebol ou de tênis. Frequentemente se obtém calma em meio a uma crise, quando assuntos relacionados a estes tópicos são trazidos à tona e um diálogo se estabelece. Eu mesmo me lembro de resolver conflitos com meu avô, que tinha doença de Alzheimer e me ensinou muito, mesmo como portador deste mal. Em meio a um episódio de agitação, eu dizia: – Vô, você viu que o Guga ganhou o jogo de tênis hoje? – A tensão da crise se dissipava e havia uma abertura para contorná-la com muito mais tranquilidade.

A condição da pessoa que necessita de um cuidador também é muito heterogênea. Um idoso acamado e que já não consegue controlar suas necessidades básicas, demanda um trabalho diferente do idoso que faz tudo, mas às vezes fica confuso e se perde na volta para casa. Risco de quedas, uso de bengalas, falta de ar para caminhar, falta de orientação, tonturas, são exemplos de restrições. Saber como caminha cada doença, dará uma enorme noção de como se comportar frente a um evento novo. Converse bastante com o médico, informe-se. A arte de cuidar (sim, com certeza isso é uma arte) está em saber até que ponto ir. Sem fazer pelo idoso o que ele ainda consegue fazer e com isso preservar ao máximo a funcionalidade que lhe resta. Saber respeitar ao máximo a sua individualidade sem a necessidade de impor algo que vá contra os seus princípios e vontades. Saber se adaptar as necessidades de cada situação e de cada pessoa cuidada.

Como cuidador, não se cobre e nem se puna de forma demasiada. É uma tarefa difícil. Acima de tudo, cuide-se. Não deixe de frequentar o seu médico e expor seus problemas pessoais e dificuldades. Saiba que se você não estiver bem, não terá condições de cuidar de ninguém e todos perdem. Logo, procure na medida do possível, transformar o ato de cuidar numa atividade divertida e sorria sempre que puder. Mesmo que tiver que fazer algo que não seja muito agradável, saiba como fazer o uso do sorriso.

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